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Indução do parto: quem tem medo?

Imagem: Internet

Muitas mulheres caminham na direção de uma “Assistência Humanizada” com o foco em uma parto “natural”, em busca de escapar de intervenções desnecessárias e ter um parto 100% fisiológico.

Mas a verdade é que nem sempre essa opção é possível ou a mais segura, dependendo, por exemplo, se há fatores de risco ou situações que indicam que nascer naquele momento é mais seguro do que permanecer na barriga.

Isso pode dar uma abalada nos planos iniciais, mas não é sinal de que tudo está perdido. Induções bem indicadas, bem planejadas e bem feitas podem resultar em partos incríveis!

Mas para isso é preciso entender o processo, as alternativas e o que esperar ao longo da indução. Muita gente se frustra em induções porque acha que vai chegar e nascer ou que em 12h o bebê vai estar nos braços. E isso acontece mas é bem raro em induções.

Outra questão que pega para muita gente é desconhecer os métodos ou como funcionam. Se sua equipe indicar indução, pergunte o que é cada método, como funciona, quais são aplicáveis para o seu caso, se a equipe usa limites de tempo máximo para cada método ou para o total da indução, se você pode iniciar algo antes mesmo de internar.

Pergunte, pergunte, pergunte…

Construa um “Plano de Indução”, incluindo suas preferências e os acordos feitos com a equipe.

Induções, se bem indicadas e bem feitas, podem ser ótimas experiências. Mas saber o que esperar ajuda muito a alinhar expectativas e a fazer escolhas informadas. Todo mundo sai ganhando!

*Texto: Maíra Libertad Enfermeira Obstetra, Pesquisadora e Professora de Spinning Babies

“…Entre um parto natural fisiológico e uma cesariana, existem muitos partos legais para se viver…”

Hemmerson Henrique Magioni, Médico Obstetra e Diretor Técnico do Instituto Nascer – CRM-MG 34455