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OMS/2022 – Recomendações para uma Experiência Positiva Pós-Parto

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma diretriz pós-natal atualizada que é apoiada por evidências das revisões Cochrane Gravidez e Parto e uma revisão Cochrane Incontinence.

A Cochrane é uma organização não governamental em relações oficiais com a OMS desde 2011, e um aspecto importante dessa parceria é apoiar as diretrizes globais de saúde da OMS com sínteses de evidências relevantes.

O Cochrane Pregnancy and Childbirth Group tem uma colaboração de longa data com a OMS no desenvolvimento e atualização de revisões Cochrane que informam as diretrizes da OMS sobre saúde materna e perinatal global.

Em março de 2022, a OMS divulgou a diretriz abrangente atualizada chamada “Recomendações da OMS sobre cuidados maternos e neonatais para uma experiência positiva pós-parto”. Concentra-se nas semanas logo após o nascimento e faz 63 recomendações sobre cuidados maternos, cuidados com o recém-nascido, sistemas de saúde e promoção da saúde durante o período pós-parto.

A diretriz baseia-se nas evidências de um conjunto de revisões sistemáticas e sínteses de evidências qualitativas, incluindo 13 revisões Cochrane. Estas revisões Cochrane abrangem.

Assim como as 12 Revisões Cochrane, uma síntese de evidências qualitativas da Cochrane sobre os fatores que influenciam a prestação de cuidados pós-natais foi usada para ajudar a compreender a aceitabilidade e viabilidade de diferentes aspectos dos cuidados pós-natais, de acordo com os profissionais de saúde.

A evidência Cochrane destaca o escopo ampliado da diretriz e lança uma luz importante sobre algumas das experiências mais comuns das mulheres depois de ter um bebê.

A diretriz da OMS estabelece recomendações claras sobre os problemas de saúde comuns que as mulheres enfrentam após o parto. Traz um foco renovado e devido à importância de uma experiência pós-natal positiva no centro do cuidado – porque nenhuma mulher deve se sentir abandonada pelos serviços de saúde depois de ter um bebê. Existe a necessidade de investimento real em cuidados pós-natais e a necessidade urgente de pesquisas de alta qualidade. Um bom atendimento pós-natal deve atender às necessidades de cada mulher, deixando a nova mãe, seu bebê e a família com uma experiência positiva desse período crítico em suas vidas.

CUIDADOS MATERNOS

  1. Todas as puérperas devem fazer uma avaliação regular da vagina sangramento, tônus uterino, altura uterina, temperatura e frequência cardíaca (pulso) rotineiramente durante as primeiras 24 horas, a partir da primeira hora após o nascimento. A pressão arterial deve ser medida logo após o nascimento. Se normal, a segunda medida da pressão arterial deve ser feita dentro de 6 horas. A micção deve ser documentada dentro de 6 horas. Em cada contato pós-natal subsequente além de 24 horas após o nascimento, investigações devem continuar a ser feitas sobre o bem-estar geral e avaliações feitas em relação ao seguinte: micção e incontinência, função intestinal, cicatrização de qualquer ferida perineal, dor de cabeça, fadiga, dor nas costas, dor perineal e higiene perineal, dor mamária e sensibilidade uterina e lóquios – RECOMENDADO

2a. Em ambientes de alta carga de HIV, um teste de HIV pós-parto é necessários para mulheres com status HIV negativo ou desconhecido que perderam teste pré-natal precoce ou reteste no final da gravidez no terceiro trimestre – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

2b. Em ambientes de baixa carga de HIV, o teste de HIV pós-parto pode ser considerado para mulheres com status HIV negativo ou desconhecido que perderam o teste pré-natal precoce ou reteste no final da gravidez no terceiro trimestre como parte do esforço para eliminar transmissão do HIV. Os países poderiam considerar isso apenas para mulheres que estão em relacionamentos sorodiscordantes, onde o parceiro não é viral suprimidos em TARV, ou que tinham outros riscos de HIV contínuos conhecidos no final gravidez em uma visita de terceiro trimestre – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

3a. A triagem sistemática para tuberculose (TB) pode ser realizado entre a população em geral, incluindo mulheres no pós-parto, em áreas com prevalência estimada de TB de 0,5% ou superior – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

3b. Em locais onde a prevalência da tuberculose no geral população é de 100/100.000 habitantes ou superior, triagem sistemática para TB doença pode ser realizado entre as mulheres no período pós-parto – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

3c. Contatos domésticos e outros contatos próximos de indivíduos com TB doença, incluindo mulheres no período pós-parto e recém-nascidos, devem ser sistematicamente rastreados para tuberculose – RECOMENDADO

  1. Resfriamento local do períneo, como compressas de gelo ou compressas frias, pode ser oferecido para mulheres no puerpério imediato para o alívio da dor aguda de trauma perineal sofrido durante o parto, com base na mulher preferências e opções disponíveis – RECOMENDADO
  1. O paracetamol oral é recomendado como escolha de primeira linha quando oral a analgesia é necessária para o alívio da dor perineal pós-parto – RECOMENDADO
  1. Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides orais (AINEs) podem ser usados quando a analgesia é necessária para o alívio da dor pós-parto devido a cólicas uterinas após o parto, com base nas preferências da mulher, o experiência do clínico com analgésicos e disponibilidade – RECOMENDADO
  1. Para mulheres no pós-parto, iniciar o treinamento de rotina dos músculos do assoalho pélvico (PFMT) após o parto para a prevenção de problemas urinários e a incontinência fecal não é recomendada – NÃO RECOMENDADO
  1. Para tratamento de ingurgitamento mamário no período pós-parto, as mulheres devem ser aconselhadas e apoiadas para praticar amamentação, bom posicionamento e pega do bebê a mama, a ordenha do leite materno e o uso de água morna ou fria compressas, com base nas preferências de uma mulher – RECOMENDADO
  1. O uso de intervenções farmacológicas como subcutâneas ocitocina nasal e terapia com enzimas proteolíticas para o tratamento do ingurgitamento mamário no período pós-parto não é recomendado – NÃO RECOMENDADO
  1. Para a prevenção da mastite no pós-parto, as mulheres devem ser aconselhadas e apoiadas para praticar amamentação, bom posicionamento e fixação do bebê ao mama, ordenha manual de leite materno e uso de leite morno ou frio compressas, com base nas preferências de uma mulher – RECOMENDADO
  1. Profilaxia antibiótica oral ou tópica de rotina para a prevenção de mastite no período pós-parto não é recomendada – NÃO RECOMENDADO
  1. Aconselhamento dietético e informações sobre fatores associados à constipação deve ser oferecido às mulheres para a prevenção de constipação pós-parto – RECOMENDADO
  1. Uso rotineiro de laxantes para prevenção do puerpério constipação não é recomendado – NÃO RECOMENDADO
  1. Profilaxia antibiótica de rotina para mulheres com parto vaginal não é recomendado – NÃO RECOMENDADO
  1. Quimioterapia preventiva (vermifugação), com uso anual ou semestral dose única de albendazol (400 mg) ou mebendazol (500 mg), é recomendado como uma intervenção de saúde pública para todas as não grávidas meninas adolescentes e mulheres em idade reprodutiva, incluindo pós-parto e/ou lactantes, vivendo em áreas onde a prevalência de base de qualquer infecção por helmintos transmitidos pelo solo é de 20% ou mais entre adolescentes e mulheres em idade reprodutiva, a fim de reduzir a carga de vermes de helmintos transmitidos pelo solo – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

16a. Em comunidades endêmicas de esquistossomose prevalência de 10% ou superior, a OMS recomenda quimioterapia preventiva anual com praziquantel em dose única para ≥ 75% até 100% das gestantes após o primeiro trimestre, e adolescentes e mulheres não grávidas em idade reprodutiva, incluindo puérperas e/ou lactantes, para controlar a morbidade da esquistossomose e avançar para a eliminação da doença como problema de saúde pública – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

16b. Em comunidades endêmicas com Schistosoma spp. Prevalência de menos de 10%, a OMS sugere uma das duas abordagens com base na objetivos e recursos dos programas: (i) onde houve um programa de quimioterapia preventiva regular, quimioterapia ao mesmo tempo ou com uma frequência reduzida para a interrupção de transmissão; e (ii) onde não houver um programa de quimioterapia preventiva regular, uma abordagem clínica de teste e tratamento, em vez de quimioterapia preventiva visando uma população – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

  1. Profilaxia pré-exposição oral (PrEP) contendo tenofovir disoproxil fumarato (TDF) deve ser iniciado ou continuado como opção de prevenção adicional para mulheres no pós-parto e/ou lactantes em substancial arriscado da infecção pelo HIV como parte da prevenção combinada do HIV abordagens – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO
  1. Triagem para depressão e ansiedade pós-parto usando um teste validado instrumento é recomendado e deve ser acompanhado de diagnóstico e serviços de gestão para mulheres com resultados positivos. – RECOMENDADO
  1. Intervenções psicossociais e/ou psicológicas durante o período pré-natal e pós-natal são recomendados para prevenir depressão e ansiedade pós-parto – RECOMENDADO
  1. Suplementação oral de ferro, isoladamente ou em combinação com suplementação de ácido fólico, pode ser fornecida a mulheres no pós-parto por 6 a 12 semanas após o parto para reduzir o risco de anemia em locais onde a anemia gestacional é um problema de saúde pública – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO
  1. Suplementação de vitamina A em puérperas para o prevenção da morbidade e mortalidade materna e infantil não é recomendado – NÃO RECOMENDADO
  1. Todas as puérperas sem contraindicação devem: • Eealizar atividade física regular durante todo o pós-parto
    período; • Faça pelo menos 150 minutos de atividade física durante a semana para benefícios de saúde substanciais; e • Incorporar uma variedade de exercícios físicos de fortalecimento muscular; adicionar alongamento suave também pode ser benéfico – RECOMENDADO
  1. As puérperas devem limitar o tempo gasto em sedentário. Substituir o tempo sedentário por atividade física de qualquer intensidade (incluindo a intensidade da luz) oferece benefícios para a saúde – RECOMENDADO

CUIDADOS AO RECÉM-NASCIDO:

  1. Os seguintes sinais devem ser avaliados durante cada atendimento pós-natal contato, e o recém-nascido deve ser encaminhado para avaliação algum dos sinais está presente: não se alimentando bem; história de convulsões; velozes respiração (frequência respiratória > 60 por minuto); retração torácica grave; nenhum movimento espontâneo; febre (temperatura > 37,5°C); corpo baixo temperatura (temperatura < 35,5°C); qualquer icterícia nas primeiras 24 horas após o nascimento, ou palmas e solas amarelas em qualquer idade. Os pais e a família devem ser encorajados a procurar cuidados de saúde precocemente se identificarem algum dos sinais de perigo acima entre os cuidados pós-natais visitas – RECOMENDADO
  1. A triagem neonatal universal para anormalidades do olho “Teste do Olhinho” é recomendado e deve ser acompanhado de diagnóstico e serviços de gestão para crianças identificadas com uma anomalia – RECOMENDADO
  1. Triagem auditiva neonatal universal (Teste da Orelhinha)) com otoacústica emissões (EOA) ou resposta auditiva automatizada de tronco encefálico (AABR) é recomendado para a identificação precoce de lesões bilaterais permanentes perda auditiva (PBHL). A UNHS deve ser acompanhada de diagnóstico e serviços de gestão para crianças identificadas com perda auditiva – RECOMENDADO
  1. Triagem universal para hiperbilirrubinemia neonatal (Ictericia Neonatal) por aparelho bilirrubinômetro transcutâneo (TcB) é recomendado em unidade de saúde – RECOMENDADO
  1. Não há evidências suficientes para recomendar a favor ou contra triagem por bilirrubina sérica total (TSB) na alta da unidade de saúde – NÃO RECOMENDADO
  1. O primeiro banho de um recém-nascido a termo saudável deve ser adiado por pelo menos menos 24 horas após o nascimento – RECOMENDADO
  1. Aplicação de rotina de emolientes tópicos (Óleos) em recém-nascidos saudáveis a termo para a prevenção de doenças da pele não é recomendado – NÃO RECOMENTADO

32a. Recomenda-se o cuidado do cordão umbilical limpo e seco – RECOMENDADO

32b. Aplicação diária de clorexidina a 4% (clorexidina a 7,1% solução aquosa ou gel de digluconato, fornecendo 4% de clorexidina) para o coto do cordão umbilical na primeira semana após o nascimento é recomendado apenas em ambientes onde substâncias tradicionais nocivas (por exemplo, esterco animal) são comumente usados no cordão umbilical – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

  1. Colocar o bebê para dormir em decúbito dorsal durante o primeiro ano é recomendado para prevenir a síndrome da morte súbita infantil (SMSI) e morte súbita inesperada na infância (SUDI) – RECOMENDADO
  1. A imunização (Vacinação) do recém-nascido deve ser promovida de acordo com as últimas recomendações existentes da OMS para imunização de rotina – RECOMENDADO

35a. A suplementação neonatal de vitamina A de rotina não é recomendada para reduzir a mortalidade neonatal e infantil – NÃO RECOMENDADO

5b. Em ambientes com dados recentes (nos últimos cinco anos) e confiáveis que indicam uma alta taxa de mortalidade infantil (superior a 50 por 1000 nascimentos) e uma alta prevalência de deficiência materna de vitamina A (≥ 10% de gestantes com concentrações séricas de retinol < 0,70 µmol/L), fornecer aos recém-nascidos uma dose oral única de 50.000 UI de vitamina A dentro dos primeiros três dias após o nascimento pode ser considerado para reduzir mortalidade infantil – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

  1. A suplementação de vitamina D em recém-nascidos a termo é recomendado para melhorar os resultados da saúde infantil apenas no contexto de investigação rigorosa – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO
  1. Massagem suave de corpo inteiro (Ex: Shatala) pode ser considerada em recém-nascidos a termo e saudáveis, por seus possíveis benefícios para o crescimento e desenvolvimento – RECOMENDADO
  1. Todos os bebês e crianças devem receber cuidados responsivos entre 0 e 3 anos de idade; pais e outros cuidadores devem ser apoiados para prestar cuidados responsivos – RECOMENDADO
  1. Todos os bebês e crianças devem ter atividades de aprendizagem precoce com seus pais e demais cuidadores de 0 a 3 anos; pais e outros cuidadores devem ser apoiados para se envolverem aprendendo com seus bebês e crianças – RECOMENDADO
  1. O apoio para cuidados responsivos e aprendizagem precoce deve ser incluído como parte das intervenções para a nutrição ideal de recém-nascidos, lactentes e crianças pequenas – RECOMENDADO
  1. Intervenções psicossociais para apoiar a saúde mental materna devem ser integrados à saúde e ao desenvolvimento na primeira infância – RECOMENDADO
  1. Todos os bebês devem ser amamentados exclusivamente desde o nascimento até os 6 meses de idade. As mães devem ser aconselhadas e receber apoio para aleitamento materno exclusivo em cada contato pós-natal – RECOMENDADO

43a. As instalações que prestam serviços de maternidade e recém-nascidos devem ter um política de aleitamento materno claramente escrita que é rotineiramente comunicada funcionários e pais – RECOMENDADO

43b. O pessoal do estabelecimento de saúde que presta serviços de alimentação infantil, incluindo apoio ao aleitamento materno, deve ter conhecimento suficiente, competência e habilidades para apoiar as mulheres a amamentar – RECOMENDADO

SISTEMAS DE SAÚDE E INTERVENÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

  1. Recomenda-se um mínimo de quatro contatos de cuidados pós-natais. Se o parto for em uma unidade de saúde, mulheres e recém-nascidos saudáveis devem receber cuidados pós-natais na instituição por pelo menos 24 horas após o nascimento. Se o parto for em casa, o primeiro contato pós-natal deve ser o mais cedo possível dentro de 24 horas após o nascimento. Pelo menos três pós-natais adicionais contatos são recomendados para mulheres saudáveis e recém-nascidos, entre 48 e 72 horas, entre 7 e 14 dias, e durante a sexta semana após o nascimento – RECOMENDADO
  1. O cuidado de mulheres e recém-nascidos saudáveis na unidade de saúde é recomendado por pelo menos 24 horas após o parto vaginal – RECOMENDADO
  1. Antes de dar alta às mulheres e recém-nascidos após o nascimento do unidade de saúde para a casa, os profissionais de saúde devem avaliar os seguintes critérios para melhorar os resultados maternos e neonatais:: • O bem-estar físico da mulher e do bebê e da mulher bem-estar emocional; • As habilidades e confiança da mulher para cuidar de si mesma e do habilidades e confiança dos pais e cuidadores para cuidar do recém-nascido; e • O ambiente doméstico e outros fatores que podem influenciar o capacidade de cuidar da mulher e do recém-nascido na casa e comportamento de procura de cuidados – RECOMENDADO
  1. Fornecimento de informações, intervenções educacionais e aconselhamento são recomendados para preparar mulheres, pais e cuidadores para alta da maternidade após o nascimento para melhorar a saúde materna e resultados de saúde do recém-nascido e para facilitar a transição para o lar. Materiais educativos, como livretos de educação escritos/digitais, ilustrações para populações semi-alfabetizadas e auxiliares de trabalho devem estar disponíveis – RECOMENDADO
  1. Visitas domiciliares durante a primeira semana após o nascimento por profissionais de saúde qualificados pessoal ou um agente comunitário de saúde treinado são recomendados para os cuidados pós-natais de mulheres e recém nascidos saudáveis. Onde as visitas domiciliares não são viáveis ou não são preferidos, os contatos ambulatoriais de cuidados pós-natais são recomendado – RECOMENDADO
  1. Modelos de continuidade de cuidados liderados por parteiras (MLCC), nos quais um parteira conhecida ou pequeno grupo de parteiras conhecidas apoia uma mulher durante todo o período pré-natal, intraparto e pós-natal, são recomendado para mulheres em ambientes com obstetrícia funcionando bem programas – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

50a. Tarefa compartilhando a promoção de comportamentos relacionados à saúde para saúde materna e neonatalg para uma ampla gama de quadros, incluindo profissionais de saúde leigos, auxiliares de enfermagem, enfermeiras, parteiras e médicos, é recomendado – RECOMENDADO

50b. Tarefa compartilhando o fornecimento de pós-parto recomendado métodos contraceptivos a uma ampla gama de quadros, incluindo auxiliares enfermeiras, enfermeiras, parteiras e médicos, é recomendado – RECOMENADO

  1. Os formuladores de políticas devem considerar um conjunto de intervenções que abranja educação, regulamentação, incentivos e apoio pessoal e profissional para melhorar o desenvolvimento da força de trabalho em saúde, atração, recrutamento e retenção em áreas rurais e remotas – RECOMENDADO
  1. Intervenções para promover o envolvimento dos homens durante a gravidez, parto e após o nascimento são recomendados para facilitar e apoiar melhor autocuidado das mulheres, práticas de cuidados domiciliares para mulheres e recém-nascidos, e uso de cuidados especializados para mulheres e recém-nascidos durante gravidez, parto e período pós-natal, e aumentar a uso oportuno de cuidados de instalações para complicações obstétricas e neonatais. Estas intervenções são recomendadas, desde que implementadas de uma forma que respeite, promova e facilite as escolhas das mulheres e sua autonomia na tomada de decisões, e que apoie as mulheres na tomada de cuidar de si e de seus recém-nascidos – RECOMENDADO COM MONITORAMENTO DIFRENCIADO E AVALIAÇÃO
  1. O uso de registros domiciliares, como complemento aos prontuários, é recomendado para o atendimento de gestantes e puérperas mulheres, recém-nascidos e crianças, para melhorar o comportamento de procura de cuidados, envolvimento e apoio dos homens no lar, materno e infantil práticas de cuidados domiciliários, alimentação de bebés e crianças e comunicação entre profissionais de saúde e mulheres, pais e cuidadores – RECOMENDADO
  1. A OMS recomenda comunicação digital direcionada ao cliente para mudança de comportamento em relação sexual, reprodutiva, materna, recém-nascido e saúde infantil, sob a condição de que se preocupe com conteúdo e privacidade de dados sejam adequadamente tratados – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO
  1. A OMS recomenda o uso de notificações de parto digital sob estes condições: • Em configurações onde as notificações fornecem dados de nível individual ao sistema de saúde e/ou a um registo civil e estatísticas vitais (CRVS); • O sistema de saúde e/ou sistema CRVS tem capacidade para responder às notificações – RECOMENDAÇÃO EM CONTEXTO ESPECÍFICO

*Fonte: WHO recommendations on maternal and newborn care for a positive postnatal experience – 2022

Hemmerson Henrique Magioni, Médico Obstetra e Diretor Técnico do Instituto Nascer – CRM-MG 34455